Jennifer Lopez pode ser a mais nova jurada do American Idol

Lopez já teria assinado contrato com a Fox

Com a saída de três dos quatro jurados do programa American Idol começam as especulações sobre quem julgará os calouros na próxima temporada da série.

De acordo com a revista People a cantora Jennifer Lopez já assinou contrato com a rede de TV americana Fox para ser jurada da 10ª temporada do reality show.

Restam ainda duas vagas a serem preenchidas na bancada dos jurados. A 9ª temporada foi a última com o icônico Simon Cowell, que deixou o American Idol para fazer outro reality show musical nos EUA, o The X Factor.

A apresentadora Ellen DeGeneres, que estreou este ano no programa, também largou o posto e disse que era "muito boazinha" para julgar os cantores.

Kara Dioguardi, que entrou no programa em 2009, também se despede do American Idol.

Outros nomes que já surgiram na mídia como possíveis novos jurados para o show são os cantores Elton John e Justin Timberlake e a vocalista do Hole, Courtney Love.

Limp Bizkit fará shows no Brasil em outubro!

O Limp Bizkit lança disco novo em agosto deste ano
E mais uma grande banda passará pelo Brasil pra fazer shows!

O vocalista da banda, Fred Durst, anunciou em seu twitter (@freddurst) que a banda passará por aqui em outubro.

Serão dois shows: São Paulo recebe a banda no dia 22/10 e o Rio de Janeiro no dia 24 do mesmo mês. Fred disse que as datas podem sofrer alterações.

"Eu não posso prometer que essas datas não mudarão e fui orientado para não revelá-las, mas... Aqui estão as datas que estamos planejando para as turnês na América do Sul", disse o cantor.

O grupo planeja lançar o quinto álbum de estudio em agosto. Intitulado "Gold Cobra", este será o primeiro trabalho de inéditas da banda em 7 anos, desde "Results May Vary", lançado em 2003.

Clipe da música You Lost Me, da Cristina Aguilera

Estreou nesta quinta-feira o novo clipe da Aguilera, "You Lost Me".

A música é o terceiro single do disco "Bionic", lançado em junho. A segunda música de trabalho do CD foi "Woohoo", com a participação da rapper Nicki Minaj, mas que ainda não ganhou clipe.

Mesmo tendo lançado seu CD recentemente, Aguilera decidiu adiar a turnê de divulgação do disco para não prejudicar a produção do filme "Burlesque", no qual atua ao lado da cantora Cher. "Burlesque" estreia no dia 24 de novembro.

Veja dois vídeos inéditos do novo CD dos Jonas Brothers, "Jonas L.A."

Já vazaram na web dois novos vídeos dos Jonas Brothers: "Set This Party Off" e "L.A. Baby".

Ambos os clipes fazem parte do conteúdo extra que vem no CD "Jonas L.A.", trilha sonora da série de mesmo nome transmitida pelo Disney Channel. A série tem no elenco os próprios irmãos Jonas e está atualmente na segunda temporada.

Veja abaixo os clipes de "Set This Party Off" e "L.A. Baby".





Angra lança segundo single do disco "Aqua", ouça aqui "Lease of Life"

O Angra está trabalhando mais uma música do próximo disco, "Aqua". Trata-se da canção "Lease Of Life", que já faz parte da programação de algumas rádios, como a Kiss FM em São Paulo.

O primeiro single lançado foi "Arising Thunder", que pode ser baixado gratuitamente pelo site da banda.

O álbum "Aqua" é o sétimo trabalho de estúdio da banda brasileira e será lançado primeiramente no Japão, no dia 31 de julho. No Brasil o disco só chega no dia 17 de agosto.

Ouça abaixo a nova do Angra, "Lease Of Life":





Fonte : http://www.cifraclubnews.com.br

Lady Gaga lançará "Dance in The Dark" como próximo single

"Dance in The Dark" será o quarto single do EP "The Fame Monster"
Lady Gaga lançou recentemente o single "Alejandro" mas já planeja divulgar outra música, pelo menos na Austrália. De acordo com o site Play MPE a nova música de trabalho  da cantora será "Dance in The Dark".

O site Play MPE é um serviço fechado que divulga para rádios e canais de TV cadastrados as próximas músicas de artistas que serão trabalhadas.

Este será o quarto single do EP "The Fame Monster", que tem ao todo oito músicas. Ainda não há informações sobre um possível clipe para "Dance in The Dark".

A Universal Music Group não se pronunciou sobre a possibilidade do single ser lançado mundialmente. Abaixo você pode ver algumas imagens retiradas do site Play MPE:

Claudia Leitte lança o videoclipe de "Famo$a", assista aqui na íntegra

A música "Famo$a" faz parte do disco "As Máscaras"


Claudia Leitte lançou nesta terça-feira o clipe da canção "Famo$a". A música é uma versão de "Billionaire", do cantor Travie McCoy com participação de Bruno Mars.

A faixa "Famo$a" está no disco "As Máscaras", lançado por Claudia em maio deste ano. O cantor Travie McCoy participa do single da brasileira.

Claudia tem feito bonito nas paradas brasileiras com esta música, que se encontra atualmente em 4º lugar entre as mais tocadas nas rádios de acordo com o site Hot100Brasil.

Veja abaixo o clipe de "Famo$a":





fonte: http://www.cifraclubnews.com.br

Quer conhecer Justin Bieber pessoalmente? É só desembolsar R$ 7 mil

Você e fã do Justin Bieber e tem vontade de conhecer o garoto? Agora por cerca de R$ 7 mil você poderá realizar este sonho.

Estão sendo vendidos ingressos especiais para um show de Bieber na Califórnia, a ser realizado nesta quarta-feira (21), que garantem ao comprador a oportunidade de conhecer pessoalmente o ídolo teen.

A prática nova se chama "meet and greet" (encontre e cumprimente) e está se tornando comum no exterior, informa a Folha de S. Paulo.

Os ingressos normais para este mesmo show de Bieber na Califórnia custam a partir de US$ 125, mas os fãs que tiverem uma graninha a mais podem investir US$ 4.025 para conhecer o astro.

Este tipo de "ingresso especial" ainda não é muito comum no Brasil, mas nada impede que artistas mais famosos possam começar a fazer o mesmo por aqui.

fonte: cifraclubnews

Escute o podcast especial Dia do Rock: Roquenrôu FAIL!

Olá, internets! Hoje é o Dia Mundial do Rock e é claro que o Microfonia não poderia deixar de lado esta data tão importante.

No podcast de hoje Diego Marques, Fernando Craviée, Renato Pedrosa e o convidado Gustavo Morais (coordenador do site PalcoMP3.com) conversam sobre as zicas, zebras e "epic fails" que aconteceram no "roquenrôu".

Nesta mesma edição rolam ainda os comentários das notícias mais relevantes que apareceram no Cifra Club News durante a semana.

ALERTA DE PROMOÇÃO!

O Cifra Club em parceria com a Equipo vai dar um mega amplificador da Laney - modelo P65 da série Prism - pra pessoa que provar que é ROCK 'N' ROLL!

Para participar é só mandar um vídeo pra gente provando que você tem atitude Rock 'N' Roll. O melhor vídeo leva o ampli.

Mais detalhes no vídeo da promoção:

http://www.youtube.com/watch?v=d8mnnwgq8sA

CONTATO

Mande seus comentários, correções, críticas e sugestões para microfonia@cifraclub.com.br. Se prefrir, comente no twitter com um reply para @cifraclub e a hashtag #microfonia





Duração: 56 minutos

Download: 51 MB (clique com o botão direito e depois em "salvar link como")

fonte: cifraclubnews

DJ's de Brasília fazem campanha anti-Lady Gaga nas baladas

Os cartazes nas baladas dizem "Não tocamos Lady Gaga. Favor não insistir"


Alguns DJ's de Brasília estão irritados com os pedidos de "Toca Lady Gaga" de alguns baladeiros. Tanto que estão fazendo até campanha "anti-Gaga" nas festas onde trabalham.

De acordo com o site "Rock Brasília", DJ's especializados em rock estão colocando na porta das festas onde tocam uma placa dizendo "Não Tocamos Lady Gaga. Favor não insistir."

Apesar de Lady Gaga ser o símbolo do pop atual, grandes nomes do rock já declararam admiração pela cantora. Entre eles estão os membros do Kiss, que nomearam Lady Gaga como integrante honorária do grupo.



Fonte: cifraclubnews

Justin Bieber deve ultrapassar Gaga entre os mais vistos do YouTube

Se depender da "Bieber Fever" Lady Gagadeve perder o trono de "Rainha do YouTube" em breve.

A cantora ainda lidera o ranking de vídeos mais vistos do site com "Bad Romance", com 243 milhões de visualizações. Porém Justin Bieber e seu clipe de "Baby" já somam 240 milhões deviews, e deve ultrapassar Lady Gaga em breve.

A alta popularidade do clipe "Baby" fez com que um grupo de hackers se aproveitassem de uma falha de segurança do YouTube e redirecionassem os usuários  que tentassem assistir ao vídeo a outros sites, inclusive a um que falava sobre a falsa morte do cantor adolescente de 16 anos em um trágico acidente de carro. O Google, responsável pelo YouTube, corrigiu o problema prontamente.

O clipe de "Bad Romance" foi lançado há 7 meses, e o de "Baby" está no YouTube há 4 meses.


FONTE : http://www.cifraclubnews.com.br

Pearl Jam anuncia pausa indeterminada na carreira durante show

O Pearl Jam surpreendeu os fãs portugueses que acompanhavam o show da banda durtante o festival Optimus Alive!10 com a notícia de que o grupo entrará de férias por tempo indefinido.

"Obrigado por virem ao nosso último concerto - não o último para sempre, mas o último em muito tempo”, disse o vocalista Eddie Veder lendo um papel escrito em português.

O grupo pretende tirar um tempo para descansar, mas sem hora para voltar.

O último disco de inéditas do grupo foi "Backspacer", lançado em 2009 e muito bem recebido pelo público, chegando a alcançar o 1º lugar na parada dos discos mais vendidos nos EUA.

A banda veio ao Brasil apenas uma vez, numa série de quatro shows em novembro de 2005 que passou por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro
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Fonte: www.cifraclubnews.com.br

Nova tour traz 50 Cent este mês a 6 capitais brasileiras

Retornando ao Brasil para nova tour: 50 CentConsiderado um dos maiores cantores de rap da atualidade, o norteamericano traz sua nova turnê mundial para o Brasil, com apresentações em Salvador, Goiânia, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Florianópolis

Quase 30 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, oito Top 10 na Hot 100 hits da Billboard (incluindo três primeiros lugares), dezenas de prêmios, uma quantidade igual de polêmicas (incluindo 9 balas que o atingiram em 2000) e cinco discos aclamados pela crítica e pelo público: esse é Curtis Jackson, “Fiddy” para os íntimos, ou como é conhecido no mundo inteiro, 50 Cent, um dos principais nomes do cenário hip-hop mundial, que está de volta ao Brasil em julho, quando traz para o país a aclamada turnê mundial de lançamento de seu último disco, Before I Self Destruct.

Intitulada “The Invitation Tour”, a turnê passará por Salvador (Wet´n Wild, 09/07), Goiânia (Faculdade Fasam, 10/07), São Paulo (Via Funchal, 15/07), Belo Horizonte (Estádio do Mineirinho, 16/07), Rio de Janeiro (Marina da Glória, 17/07) e Florianópolis (Passarela Nego Querido, 18/07).

Lançado em 2009, Before I Self Destruct teve produção e participações de Dr. Dre e Eminem.  Além do álbum, foi ainda lançado um filme, com o mesmo nome, que segue a ascensão fenomenal de 50 Cent de herói da cultura de rua a ícone pop mundial. Desde 2003, quando participou do documentário “The New Breed”, 50 Cent vem investindo também na carreira de ator cinematográfico – atualmente ele tem pelo menos cinco filmes prontos para estrear. No último, “Things Fall Apart”, ele vive um jogador de futebol que descobre que tem câncer – o rapper surpreendeu o mundo ao aparecer quase 30 quilos mais magro, uma exigência do papel.

Além de seu selo de gravação, G-Unit Records, 50 Cent aproveitou seu grande sucesso global em uma vasta gama de investimentos empresariais, incluindo videogames, roupas, calçados, bebidas, produtos de cuidado pessoal e produtos automotivos.  Ele se uniu ainda ao renomado colunista do New York Times, Robert Greene (“As 48 Leis do Poder”) para lançarem juntos um livro, “A 50ª Lei,” que integrou a lista dos mais vendidos do New York Times.

The Invitation Tour: O Show
A turnê mundial de lançamento do álbum “Before I Self Destruct” já foi vista pelos europeus, norteamericanos, canadenses e chega agora ao Brasil.

O show inclui no roteiro boa parte das canções do novo CD, mas não deixa de fora os  maiores hits do artista,  que enlouquecem a platéia.  Durante uma hora e meia de espetáculo, o rapper mostra toda a sua forma em hits como "I Run New York", "What Up Gangsta” e “In da Club”. Os arranjos e a pegada ao vivo tem sido saudados pelos críticos como uma nova fase do rapper novaiorquino, e soam bem diferentes das gravações e do que se ouve nas rádios.

O show começa mostrando imagens de um helicoptero voando sobre os telhados de uma cidade à noite. Uma grande explosão de luz acontece no céu, dois jatos de fogo explodem no palco e 50 Cent chega acompanhado de um DJ que fornece as poderosas batidas de “What Up Gangsta”. Logo são seguidos pela banda de 4 musicos. Os temas são simples e diretos. “Gunz Comne Out” é acompanhado de uma mostra fetiche de imagens de armas nos telões, todas apontando e atirando diretamente na audiência, e em “I get Money”, nuvens de notas de 1 dolar caem em cima do público.

O maior tema no entanto é sempre a sensualidade, que está presente durante todo o show na performance apaixonada do rapper. Em “Got the Magic Stick/I am the love doctor”, “PIMP” e especialmente em “Ayo Technology”, seu hit que tem a participação de Justin Timberlake, as imagens acompanham o cantor, mostrando sensualidade e sugerindo uma leve e excitante pornografia.

O show termina com uma exuberante versão de “In Da Club”, com o cantor fazendo um sensual strip tease e jogando as peças para a platéia, até revelar o emblemático calção de pugilista branco.

Para a crítica internacional, 50 Cent mostra nesta turnê uma nova faceta de sua personalidade, cheio de charme e atenção com o público. Em dois momentos distintos do show ele chama jovens ao palco para cantar junto, dançar e os enche de palavras de incentivo, levando os fãs ao delírio. Sua inegável capacidade de fazer rimas e seu carisma no palco atestam o bom momento e a forma física invejável, de um artista no auge de sua capacidade criativa. Sua banda soa enorme ao vivo, criando novas sonoridades e nuances diferentes para sucessos consagrados.

Shows no Brasil contarão com outras atrações especiais
Além do show de 50 Cent, o público brasileiro também terá outras atrações para curtir: em Salvador a abertura fica por conta de Charlie Brown Jr e Adão Negro. Em São Paulo, os shows de abertura serão de Du Ghettu e DJ Negralha; em Florianópolis,também estão confirmadas apresentações dos DJs  FMZ, Ploc, King, Cia e Thayde; em Goiânia, haverá a participação dos DJs Richard Grey, Igo Gorgoda e 2 Fuel.

Na noite carioca haverá um show de abertura com o Du Ghettu e a presença de vários DJs: Negralha, Sany Pitbull, Lulinha e Shark tocam no Palco Principal e a pista VIP terá a presença dos DJs Reza, João Paulo, Beto Pedrosa, Rafael Nazareth e Rogério Gonçalves.
Serviço:
Salvador
Data: 09/07 (sexta-feira)
Local: Wet’n Wild
Abertura dos portões: 20h
Hora do show: 24h
Endereço: Av. Luiz Viana Filho, 8951 - São Cristóvão
Realização: NASD Entretenimento
Preço:
Camarote:                      R$ 300,00 (inteira), R$ 150,00 (meia entrada)
Camarote Open Bar:      R$ 600,00 (inteira), R$ 300,00 (meia entrada)
Pista:                              R$ 100,00 (inteira), R$ 50,00 (meia entrada)
Pista Vip:                        R$ 160,00 (inteira), R$ 80,00 (meia entrada)

Pontos de Venda:
http://www.ticketmix.com.br
Censura: 18 anos
Shows de Abertura:
Charlie Brown Jr.
Adão Negro

GoiâniaBlack House Music Festival
Data: 10/07 (sábado)
Local: Faculdade FASAM - BR 153, km 502
Hora do Show: 23h

Postos de vendas:
Goiânia:
Outback Steak House (Flamboyant Shopping)
Trupe do Açaí (Av. 136 e Av. T-11)
Burger King

Anápolis:
Nobel Square

Brasília:
Mormaii (Brasília Shopping, Pontão do Lago Sul, Conjunto Nacional, Pátio Brasil e Terraço Shopping)
Zimbrus Surf Food (Quadra 305 Sul e Shopping Pier 21)
Burger King

Ingressos on line no cartão (débito e crédito - Visa e Mastercard)
Iupex.com

Atrações
2 Fuel - Live - House Music - Abertura
50 Cent - Atração Principal
Richard Grey - House Music - Atração Secundária
Igo Gordoba - House Music - Encerramento

Áreas do evento:
Área Vip: R$ 50,00
Censura 16 anos ( menor poderá entrar no evento acompanhado dos pais ou do responsável legal)
Área Extra Vip Open Bar com: Vodka, cerveja, água, refrigerante, sucos e Buffet de pizzas da Trupe do Açaí
Masculino: R$ 120,00
Feminino:  R$   80,00
Camarote Front Stage ( Frente ao palco) Open Bar exclusivo com: Champagne, whisky, vodka, cerveja, água, refrigerante, sucos e Buffet de pizzas da Trupe do Açai
Masculino: R$ 180,00
Feminino:  R$ 120,00
Preços referentes ao 1º lote. Alteração sem aviso prévio. Ingresso feminino a título promocional. Censura 18 anos.

São Paulo
Data: 15/07 (quinta-feira)
Local: Via Funchal
Endereço: Rua Funchal, 65, Vila Olímpia
Abertura da Casa: 20h
Hora do Show: 23h20
Realização: NASD Entretenimento

Preço:
-Pista Premium (em pé):               R$ 400,00
-Pista:                                            R$ 200,00
-Mezanino:                                    R$ 300,00
-Camarote:                                    R$ 400,00

Venda de ingressos:
http://www.ingressocerto.com

Censura: 12 anos
Show de Abertura:
-DuGhettu
-DJ Negralha

Belo Horizonte
Data: 16/07 (sexta-feira)
Local: Ginásio do Mineirinho
Abertura de portões: 18h
Hora do Show: 20h

Preços: (PRIMEIRO LOTE)
-Arquibancada:        R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia entrada)
-Pista Comum:        R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia entrada)
-Pista Premium:      R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia entrada)

Pontos de Venda:
Vendas: Tickets for Fun
Telefone Atendimento Vendas: 4003-5588
Site de vendas:
www.ticketsforfun.com.br

Rio de Janeiro
Data: 17/07 (sábado)
Local: Marina da Glória
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, s/n - Glória
Hora do Show (50 Cent): 01h
Realização: NASD Entretenimento

Preço:
-Pista 3º Lote (Último Lote):
*Feminino:    R$ 70,00 (meia entrada)
*Masculino:   R$ 90,00 (meia entrada)
-Área Vip 2º Lote (Vendendo):
*Feminino:    R$ 110,00 (meia entrada)
*Masculino:   R$ 130,00 (meia entrada)
-Área Vip 3º Lote (Quando acabar o 2º Lote):
*Feminino:    R$ 130,00 (meia entrada)
*Masculino:   R$ 150,00 (meia entrada)

Tel de informações no Rio:  (21) 2421-3449
Pontos de Venda:
http://www.ingressocerto.com

Censura: 18 anos
Show de Abertura:
-DuGhettu

DJs PALCO PRINCIPAL
-Negralha
-Sany Pitbull
-Lulinha
-Shark

DJs PISTA VIP
-Reza
-João Paulo
-Beto Pedrosa
-Rafael Nazareth
-Rogério Gonçalves

Florianópolis
Data: 18/07 (domingo)
Local: Passarela Nego Querido
Endereço: Av. Gov. Gustavo Richard, 5.000
Abertura dos portões: 13 h
Horário dos shows: 16h
FWMF - Floripa Winter Music Festival

Atrações:
- Dj FMZ
- Dj Ploc
- Dj King
- Dj Cia
- Thayde
- G-Unit
- 50 cent

Censura: 16 anos
Preços:
(Primeiro Lote)
Verde Masculino:      R$ 60,00
Verde Feminino:        R$ 40,00
Azul Masculino:         R$ 80,00
Azul Feminino:           R$ 50,00

(Camarote Oculto 10 anos)
Masculino               R$ 120,00
Feminino                 R$   60,00

Valores e reservas de camarote:
(48) 8834-5571 / 9972-9294 / 7811-1501 / 8424-7486 / 8816-5959 / (47) 7811 2814

Camarotes privativos para 25 e 30 pessoas sob consulta pelo site:

Informações de vendas: http://www.valeracadacentavo.com.br
Ingressos on line: www.ingressocerto.com

FONTE: http://djsound.virgula.uol.com.br/noticias/3166

Download CD Natiruts - Raçaman


Hoje trago o CD mais recente do Natiruts! Tudo bem, foi lançado ano passado, ms confesso que só vim ouvir essa semana. rs E eu não sabia o que tava perdendo; o CD é ótimo, vale muito a pena ouvir. Tem uma música com participação da Claudia Leitte, chamada Sorri, Sou Rei.
Gosto muito do Natiruts porque as letras sempre falam de positividade e a levada do reggae não é aquela coisa caída e maconhada, como certos reggaes clichês. O reggae deles é bem alegre, saca? :)
Enfim, baixe e viaje! rs

Electro Beach 2010

Electro Beach 2010

Artista: VA
Álbum: Electro Beach 2010
Lançamento: 07-07-2010
Gênero: Electro House, Dance
N° de Faixas: 10
Duração: 59:19 min
Tamanho: 130 MB
Qualidade: MP3 | 320 kbps / 44.1KHz / Joint Stereo


                                            

O Tempo Não Pára...


Estava pensando no que falar de um grande cantor e compositor, então vasculhando a internet achei este texto fantastico, Cazuza quem ele era, a historia com o Barão. Vale a pena. Fica ai minha lembrança aos 20 anos sem Cazuza.

(Cazuza, por ele mesmo)
(Cazuza - 1990)
A minha música faz parte de uma história que começou quando o meu avô, dono de um engenho em Pernambuco, resolveu morar em cima do areal do Leblon (Rio de Janeiro), como terceiro morador da região. Ali nasceu meu pai, João Araújo, que se casou com uma moça linda, Lucinha, que cantava como um passarinho. Uma mulher que se tornou importante no cenário musical e que teve, numa das primeiras novelas da televisão, sua gravação da música "Peito vazio" (de Cartola) incluída na trilha sonora. Gostava de vê-la cantando e penso que isso influiu muito no meu futuro. Meu pai também pesou muito. Ele sempre transou disco e, quando eu era menino, tinha a casa cheia de artistas. Eram cantores que chegavam e saíam o tempo todo.
Conheci Elis Regina, os Novos Baianos, Jair Rodrigues, que gostava de brincar de me jogar para o alto, e outros cantores. Na nossa casa, se respirava música o tempo todo. Naquele tempo, queria ser um grande arquiteto e só me interessava em ficar fazendo mapinhas da cidade, traçando ruas e desenhando edifícios. Essa mania acabou quando resolvi fazer vestibular e percebi que não dava pra matemática. Como fazia mapas, fazia poesia às escondidas de meus pais, porque era um romântico, um cara cheio de dores-de-cotovelo. Ser filho único, por um lado, é bom; por outro, não. Meu pai e minha mãe, por força da vida profissional, tinham de frequentar a vida boêmia - o que acabei herdando deles também - e me deixavam sempre com a minha avó materna. Ela era uma mulher fantástica, muito louca, aberta e deixou um grande buraco na minha vida quando morreu. Fiquei sozinho, sem um irmão para dividir comigo as alegrias e mágoas. Não tive coragem de me abrir com os meus pais sobre minha vocação poética, porque pensava que iam dar o contra. Então, com minha avó, discutia versos, rimas. Ela foi a pessoa que mais influiu na minha infância e adolescência. Meu pai e minha mãe não eram repressores. Já aos 13 anos, tinha a chave de casa e o carro de meu pai para dirigir. Conheci o sexo tarde, aos 15 anos. Meus amigos todos há muito já transavam mulheres e eu ficava apenas preocupado com o lado romântico da coisa. Por isso, nunca procurei prostitutas como meus amigos e só conseguia um relacionamento se a parceira era minha namorada. A primeira foi uma moça mais velha e me deu grandes lições de sexo. De cara, tirei diploma. Aí, saí dali e contei tudo ao meu pai. Já pensei em me unir a alguma mulher, porque me sinto muito solitário. Mas não consigo encontrar alguém que me entenda e, a essa altura, já não sei dividir mais nada, muito menos apartamento. Já não tenho saco pra ser cobrado de nada e dificilmente as mulheres entendem que gosto de ficar sózinho com meus versos, escutando música ou simplesmente em silêncio. Já cheguei a viver com uma e não deu certo. Sempre fui um cara certinho, sem as rebeldias dos jovens atuais. Claro que algumas vezes dava minhas fugidinhas de casa, mas sempre voltava como um bom menino. Aos 17 anos, comecei a descobrir que minhas poesias podiam ser letras de músicas, mas só assumi isso aos 23 anos, quando entrei no Barão Vermelho. Antes disso, procurei conhecer tudo sobre teatro, pois sabia que era um bom veículo pra me tornar cantor. Fui falar com o Perfeito Fortuna, do Circo Voador, para entrar no seu curso de teatro. Comecei, então, a ensaiar a peça do curso, "Pára-quedas do coração". Cheguei a me empolgar no dia da estréia, quando o Léo Jaime, que também estava na peça, me falou que conhecia um grupo musical que estava se formando e procurando um vocalista. Era um tal de Barão Vermelho. Fui, no dia seguinte, ao encontro deles e minha história começou. Dei de cara com quatro garotos fazendo um som que era um esporro: Roberto Frejat (guitarra), Maurício Barros (teclados), Dé (baixo) e Guto Goffi (bateria). O Dé tinha 16 anos e os mais velhos eram o Frejat e o Guto, que tinham 18. Eles não sabiam que eu era filho do presidente da Som Livre. Eram apenas um bando de garotos que não se tocavam para quem fosse o filho desse ou daquele pai importante. Queriam apenas fazer som, sucesso e despertar a atenção do público. Começamos em showzinhos por aí, em noitadas underground. Quase um ano depois de termos feitos muitos shows, o Ezequiel Neves se dignou a escutar uma fita do Barão. Ele fez o maior escândalo e, como era produtor da Som Livre, foi convencer o Guto Graça Mello, diretor artístico da empresa, a gravar o nosso disco. Ele também topou, dizendo que havia ficado impressionado com a agressividade do grupo. Era pegar ou lagar, porque sentiu que poderíamos ir para outra gravadora. Meu pai não aceitou a idéia facilmente, mesmo diante dos argumentos do Zeca e do Guto. Foi todo o tempo contra. Acreditava que a crítica iria me crucificar e a coisa ficaria parecendo um lance de puxa-saquismo, de proteção ao filhinho do patrão. Mas gravamos nosso primeiro disco em 48 horas de estúdio, uma coisa completamente garagem. E, ainda por cima, o som do estúdio acentuava um defeito meu, o de ter a língua presa. Eu ciciava escandalosamente. Lógico que as rádios não tocaram, pois fugia totalmente ao padrão radiofônico. Mas aconteceu que o Caetano Veloso estreou no Canecão o show "Uns", incluindo no repertório "Todo amor que houver nessa vida", música de Frejat com letra minha. Logo depois, estouramos "Pro dia nascer feliz", do nosso segundo disco, e, em seguida, veio "Bete Balanço", tema do filme de Lael Rodrigues. Nosso terceiro LP, "Maior abandonado", nos deu um disco de ouro. Aí, a batalha estava ganha. Os atritos com o Barão começarão por ocasião do Rock in Rio. Era bem ciumeira de garotos instigada pela imprensa, que sempre me colocava à frente deles em entrevistas, ou mesmo pelo público, que sempre gritava meu nome nos shows. Me bateu aquele negócio de filho único que não divide nada com ninguém, que sempre tem de fazer o gol porque a bola é dele. E também no rock’n’roll não pode haver dor. E estava pintando dor. Eu queria fazer coisas, eles discordavam. Estávamos prestes a entrar em estúdio para gravar o quarto LP quando resolvi cair fora. Foi ótimo para os dois lados. A dor acabou, continuei superamigo deles, minha parceria com o Frejat ficou melhor ainda e "it’s only rock’n’roll and we like it"! Meus pais foram muito compreensivos quando comecei a dizer em entrevistas que era bissexual. Só achavam que eu estava exagerando, me expondo, mas esse é o papel deles. Se há alguma coisa errada, é comigo. Procuro as respostas através da vida. Quando ficar velhinho e morrer, ninguém vai mais lembrar deste meu lado. Só a música vai ficar. É só isso que o público vai levar do Cazuza. Pra compor, não planejo absolutamente nada. Acho que sou a pessoa mais desorganizada que você pode imaginar. Tudo me acontece de supetão, porque nunca sei como a coisa vai sair. Agora, quando a inspiração vem, sou caxias mesmo, muito sistemático. Quando sento à mesinha para trabalhar, faço mesmo. Se a idéia não pinta, puxo por ela até acontecer. Só sou disciplinado para trabalhar. Pode ser até as quatros horas da manhã. Mas se começo uma letra, ela tem que sair. Depois fico semanas melhorando as imagens, as rimas. Desde o primeiro disco com o Barão, o Zeca me chama a atenção para o meu lado transgressivo. Em minhas letras sempre me desnudei. Ele dizia:"Vá com calma, estamos em 82, a barra está heavy. Diga tudo que passar pela tua cabeça, mas quer você queira, ou não queira, vou mandar para a censura letras diferentes, bem inofensivas. Eles liberam, depois você canta e grava o que quiser cantar." Quase sempre deu certo. Isto porque, no caso de "Só as mães são felizes", eu bobeei e mandei a letra certa. Vetaram, é lógico. Não entenderam que era uma coisa moralista, pós-Nelson Rodrigues. Usei imagens fortes para falar de meu preconceito com o fato de não permitir a nenhuma mãe do mundo encarar as barras que eu encarava. Era como se eu dissesse que as mães são para serem colocadas num altar, para serem veneradas. Mas o mais engraçado aconteceu quando mandamos a letra de "Exagerado" para o Leoni musicar. Eram trinta e tantos versos. Ele teria que ‘enxugar’ um pouco. Só que ‘enxugou’ demais. O título poderia ser "Tímido", pois ele cortou achados ótimos. Basta dizer que não havia mais os versos: "Por você eu largo tudo / Carreira, dinheiro, canudo. " Mas a música era ótima e só tivemos que colocar os versos cortados novamente. Foi o que fizemos e a música acabou se transformando em meu cartão de visita. Minhas influências literárias são completamente loucas. Nunca tive método de ler isso ou aquilo. Lia tudo de uma vez misturando Kerouac com Nelson Rodrigues, William Blake com Augusto dos Anjos, Ginsberg com Cassandra Rios, Rimbaud com Fernando Pessoa. Adorava seguir Carlos Drummond de Andrade em seus passeios por Copacabana. Me sentia importante acompanhando os passos daquele Poeta Maior pelas ruas à tarde. Mas meu livro de cabeceira foi sempre "A descoberta do mundo", de Clarice Lispector. Adoro acordar e abri-lo em qualquer página. Para mim, sempre funciona mais que o I Ching. As minhas letras têm muito desses ‘bruxos’ todos. Não tenho a voz aprimorada, nunca estudei canto e tenho a língua presa. Mas cantar rock não é fácil, não. Não estou desmerecendo o que cantei até hoje; é que sempre foi muito fácil, para mim, cantar rock. Não sou um grande cantor, nem tenho uma extensão de voz grande. Por isso, canto muito no berro. Há também a possibilidade de você recitar a letra, como Lou Reed e Marianne Faithfull fazem. Tem todo aquele sonzão atrás e você entra mais ou menos gritando a emoção. Isso não acontece com as músicas mais lentas, que tenham mais nuances na melodia. Cantá-las é muito difícil. Embora sempre faça questão de dizer que não sou cantor, e sim intérprete, confesso que tenho a preocupação de apurar a voz ao máximo. A bossa nova "Faz parte do meu show" canto com a voz de criança que jamais imaginei fazer, uma coisa bonita que passou por muitos ídolos do meu passado. Passou pelo João Gilberto, pelo Chet Baker. Eu gosto de tudo, do berro da Janis Joplin e da Bessie Smith. Adoro a Dalva de Oliveira e a Elvira Rios. Acho isso saudável para um artista. Em matéria de música, não sou nada radical. Mas foi com o rock que encontrei a minha tribo. De repente, fumei um baseado, saí na rua e vi uma porção de gente igual a mim. Soltei pipa e joguei frescobol ao som do rock. Era a liberdade, da mesma forma que o jazz foi pra geração dos 40. Eu não pirei com os Beatles, não dava muita importância, via como uma coisa meio histérica. Mas adorava também. Cantava "Help!" numa língua que inventei… Só quando pintou Caetano com "Alegria alegria" é que achei aquilo moderno. Gal cantando "a cultura, a civilização, elas que se danem…" Macalé e a ‘morbideza romântica’ de Wally Salomão. Rock eu conheci mesmo através do Caetano e da Tropicália, Os Mutantes, Rita Lee, Novos Baianos. Com 13 anos, eu estava lá no pier de Ipanema; ficava de tiete, de longe, tentava apresentar uns baseados pra eles, mas ninguém pedia. O Roberto Carlos também é uma pessoa importantíssima para mim, porque faz parte da minha infância. Eu cresci amando a Jovem Guarda. Tinha tudo com a marca Calhambeque: roupa, merendeira, sapato. E um dos momentos mais emocionantes da minha vida foi quando, aos dez anos, meu pai me levou ao estúdio da Som Livre, onde o Roberto Carlos estava gravando. Ele me convidou para ir tomar um refrigerante numa padaria ali perto. Eu queria andar devagarinho para que as pessoas vissem que estava ali uma criança orgulhosa por estar ao lado dele. Outro dia, ele precisava do estúdio onde eu estava gravando, me ligou e disse: "Oi, meu Barão…" Eu respondi que não era mais do Barão, mas ele disse que vou ser sempre. E ele está certo. Eu vou ser sempre um Barão Vermelho. Ele é o Rei e me elegeu seu Barão. O lance estrangeiro veio pelos Rolling Stones, mas quando a Janis Joplin morreu eu nem sabia quem era ela… Só fui saber dois anos depois, em 1972, quando fui expulso do Santo Inácio, que é um colégio de padres, e fui para o Anglo-Americano, mais liberal, onde a gente ouvia Rolling Stones no recreio. Mas então um amigo me mostrou a Janis, que eu conhecia da televisão, entre uma novela da Janete Clair e outra. Tava assim:"Jimi Hendrix e Janis Joplin mortos por drogas." Para mim, aquilo era uma coisa horrorosa. Mas quando ouvi aquela mulher descobri que ela era genial. Aí eu entendi o que era o blues, e através da Janis descobri a Billie Holiday e mesmo a Dalva de Oliveira. Tudo aquilo que eu já curtia, mas que achava cafona. Aliás, sou cafona e assumo. Gosto de palavras como ingratidão. Sou meio Augusto dos Anjos:"Escarra na boca que te beija." O que passo para as pessoas é muito mais do meu trabalho do que das coisas que faço fora dele. É claro que existe todo um folclore em torno do meu nome. Tudo quanto é matéria relacionada a bar, por exemplo, tem que ter o meu nome, por que sou realmente um frequentador da noite. Mas o que fica mesmo pras pessoas que consomem meu trabalho é a mensagem romântica que está no que escrevo. O meu trabalho tem muito essa coisa de cutucar a dor de amor. É o lado meio dark do amor que as pessoas curtem em mim. Acho até que, atualmente, poucos compositores falam desse tema. Antigamente, tinha aos montes: Dolores Duran, Lupiscínio Rodrigues, Noel Rosa, Cartola, Maysa e tantos outros. Depois disso, pintou uma fase em que era cafona e antiquado falar do sofrimento. Não estou sendo pretensioso, não, mas vários estudiosos da música popular já me disseram que eu trouxe essa coisa da dor-de-cotovelo de volta. É claro que isso aconteceu com a moldura mais epidérmica do rock. Todo brasileiro, todo latino-americano, é pego um pouquinho pelo pé nisso de mexer na ferida do amor. E sempre gosta de temas relacionados a uma paixão que não deu certo. Esse é o lado diferente e talvez polêmico do meu trabalho. Enfrentar o palco para mim é tudo. Aflora um lado sensual meio incontrolável. Às vezes, entro de pau duro, a coisa pinta até antes de subir ao palco… Outras vezes, entro morrendo de medo, mas cantando solta a tensão. Sem brincadeira, é lance sexual mesmo. Fora do palco, sou tímido, um menininho, me sinto profundamente desajeitado. Mas, no palco, sou um Super-Homem, de pôr a capa e sair voando. Sinto o sexo aflorando, olho pras pessoas e sinto que tem uma coisa também que volta em resposta. Porque estou mostrando uma coisa bonita que eu compus: não sou humilde, gosto mesmo do que faço. É muito o lance do prazer, eu e a platéia transando pra caralho. Tem gente que se irrita, porque eu canto que todo mundo vai pegar sua pasta e ir pro trabalho de terno, enquanto vou dormir depois de uma noite de trepadas incríveis. Mas o dia-a-dia não é poético, todo mundo dando duro e a cada minuto alguém sendo assaltado ou atropelado. Então, vamos transformar esse tédio todo numa coisa maior. Li uma vez que você vive não sei quantas mil horas e pode resumir tudo de bom em apenas cinco minutos. O resto é apenas o dia-a-dia. Um olhar, uma lágrima que cai, um abraço… Isso é muito pouco na vida. Então, isso vale mais que tudo para mim. Prefiro não acreditar no Day after, no fim do mundo, no apocalipse. Um dia, ainda vou andar na nave espacial Columbus. Bêbado, lógico, mas vou andar! Por enquanto, o que me dá maior prazer além da música é o beijo na boca. Aquele lance do beijo que é o "fósforo aceso na palha seca do amor". O beijo começa tudo; é da boca que vem a relação… a primeira vez que se entra numa pessoa. Pra mim, é essencial. Sou capaz de ficar de pau duro se beijar alguém. Eu fico feliz quando penso que o homem difere dos bichos e das plantas porque pode amar sem reproduzir - embora o Papa não goste disso. O homem transa por prazer. Então, pode ser homem com homem, mulher com mulher, com diafragama, com pílula, com o que for… Homossexualismo é assim uma coisa normal. E o hetero, e o bissexualismo. O homem pode amar independente do sexo, porque ele não é bicho, não é planta. Se o cara não quer, não sente atração, tudo bem. Mas não tem esse negócio de regra geral quando se fala de amor. Quando pinta tesão, estou com Tim Maia e Sandra de Sá: "vale tudo", mesmo! Sou eclético, mas acho que quem não é eclético também faz muito bem. Se o cara é roqueiro de alma, como meu irmão e parceiro fiel Roberto Frejat, como o Dé e o Guto Goffi, devotos do rock, é superbacana. O rock’n’roll é como uma trepada, muito ligado ao sexo e à droga. Em relação à droga, por exemplo, a posição da lei é ridícula. Nunca se bebeu tanto nos Estados Unidos quanto no tempo da lei seca. Proibir interessa a quem? Pra máfia da Bolívia, da Colômbia, do Brasil. Porque é o próprio governo, da Bolívia que lucra com isso. Por isso, marginalizam… No tempo de Freud, a cocaína era vendida em farmácia. Maconha, os índios fumaram a vida inteira. Então, interessa ao poder marginalizar, porque outros tipos de drogas são vendidos em qualquer farmácia. Maior de 21 anos, com receita médica, poderia comprar… E é isso que eu acho: droga tem que ser vendida em farmácia. Eu luto contra um sentimento de culpa cristão que tenho. Estudei num colégio de padres quase dez anos. Então, a minha vida em si é uma luta para vencer isso. É difícil falar no assunto, porque é uma coisa muito particular, de formação mesmo. Eu já venci muitas barreiras, mas a gente sempre tem outras a derrubar. Por um tempo, fiz análise para descobrir as novas barreiras que tenho. Fiz cinco meses, mas deixei, me dei alta porque resolvi o que queria naquele momento. Você vai ao médico porque está doente; depois você fica bom e não precisa mais ficar indo. Caso adoeça de novo, você volta. Minha cabeça ficou boa. Então, eu vou à praia em vez de ir à análise. Tenho esperança de que vou ser muito feliz, mais do que sou. A minha ideologia é a da mudança. Nada de partido político. É a coisa de mudar o Brasil, em qualquer dimensão. Eu não tenho partido, sério. Mas estou com as pessoas que podem mudar alguma coisa, dou a maior força. Sou socialista por vocação, por natureza, por amor mesmo. Porque acho que o socialismo está no meio, está entre o comunismo ditatorial e o capitalismo selvagem, num ponto onde a iniciativa privada pode dar alguma coisa também. Quando fiz "Ideologia", nem sabia o que isso queria dizer, fui ver no dicionário. Lá estava escrito que indica correntes de pensamentos iguais e tal… A música, por sua vez, é muito pessimista, porque, na verdade, é a história da minha geração, a de 30 anos, que viveu o vazio todo. É meio amarga porque a gente achava que ia mudar o mundo mesmo e o Brasil está igual; bateu uma enorme frustação. Nos conceitos sobre sexo, comportamento, virou alguma coisa, mas deixamos muito pelo caminho. A gente batalhou tanto e agora? Onde chegamos? Nossa geração ficou em que pé? Antes de mais nada, mudou o patriotismo. Pra mim, o patriotismo não é essa coisa símbolos, como a bandeira. Mexe muito mais com o sentimento. Quando me enrolei na bandeira, no Rock in Rio, eu estava acreditando. A coisa de cuspir na bandeira, três anos depois, foi contra aquele ato teatral do espectador. Eu estava cuspindo no símbolo, na bandeira que simboliza mesmo é a família Orleans e Bragança. Acho que não é hora de teatro com bandeira. O momento é de criticar, de virar a mesa, de sair da merda. Antes eu me enrolei foi aquele clima de Tancredo Neves. Eu estava, como todo povo, inebriado por um sentimento de mudança, de esperança. A coisa do vai-pra-frente, algo lindo, um movimento sincero que se esvaziou por erro dos políticos. No Rock in Rio, cantei por dez minutos com a bandeira, sonhei, acreditei. Quando eu era adolescente, também acreditava. A gente não tinha descoberto a vaselina, o conchavo. Entrava com garra mesmo. Nem sei mais se essa garra existe hoje com os novos adolescentes. De qualquer maneira, a Igreja e a direita estão com a faca e o queijo na mão. Já nem acho que tenha sido a CIA que botou o vírus da AIDS no mundo. Eles simplesmente usaram a doença. Botam na tevê que a AIDS mata para as pessoas ficarem horrorizadas com aquilo. É tudo um complô mesmo. Tanto que, na Europa, a coisa é tratada diferente, sem esse moralismo medieval. Mas aqui eles usam a coisa legal mesmo. Usaram, mas não conseguiram. Eu vejo as pessoas se amando muito, está todo mundo ótimo, com camisinha ou sem camisinha. Eles não venceram, não. E isso é luz. No disco que vou lançar, as músicas são assim, muito felizes, muito pra cima, cheias de luzes. Mas os problemas do Brasil parecem ser os mesmos desde o descobrimento. A renda concentrada, a maioria da população sem acesso a nada. A classe média paga o ônus de morar num país miserável. Coisas que, parece, vão continuar sempre. Nós teríamos saída, pois nossa estrutura industrial até permitiria isso. O problema do Brasil é a classe dominante, mais nada. Os políticos são desonestos. A mentalidade do brasileiro é muito individualista: adora levar vantagem em tudo. Educação é a única coisa que poderia mudar este quadro. Brasileiro é grosso e mal-educado, porque não pensa na comunidade, joga lixo na rua, cospe, não está nem aí. Este espírito comunitário viria com a cultura. Acho que o socialismo talvez possa trazer este acesso maior à cultura de massa. Fazer como o Mao Tsé-tung fez com a China. Educar todo mundo à força. Temos que estudar, ler, ter acessos a livros. O inferno é aqui. A cabeça da gente é um inferno. E essa coisa de "o inferno são os outros" não sei não… Pra mim, que dependo muito de amigos, de carinho dos outros, não vejo a vida contra alguém. Posso até ser meio ingênuo. Essa visão de inferno e céu: eu não vejo o inferno como uma coisa ruim e o céu como bom. O céu pode ser uma chatice e o inferno uma coisa divertida. Aliás, as imagens que temos do inferno são sempre aquelas onde localizamos o demônio, as pessoas transando, se comendo. O inferno é um baile de carnaval no Monte Líbano. Finalmente, eu consegui definir qual é o meu papel nesse mundão. É passar pras pessoas a minha energia. É aprender e, em cada trabalho meu e em cada disco, poder passar as minhas conquistas. Eu conquistei a vida de um ano pra cá e quero passar isso pras pessoas. Isso é uma coisa meio cristã. Sabe, você repassa aquele amor que armazenou e as pessoas adoram. Às vezes, fico triste, mas não consigo me sentir infeliz. Acho que o tédio é o sentimento mais moderno que existe, que define o nosso tempo. Tento fugir disso, pois tenho uma certa tendência ao tédio. Mas, felizmente, eu sou animadérrimo! Sou muito animado pra sentir tédio. Sou animado à beça, qualquer coisa me anima. Se você me convida pra ir à Barra da Tijuca, eu já digo logo: Vaaaamos!!! Qualquer besteira me anima. Tudo que já passei na minha vida não conseguiu tirar essa animação. Eu me sinto sempre ganhando presentes. Se faço uma entrevista e leio depois no jornal, acho tudo o máximo, o texto, a foto… Estou sempre ganhando brinquedos. Minha vida é muito assim: sempre morrendo de rir, nunca com tédio. E quer saber de uma coisa? O que salva a gente é a futilidade.

Este era Cazuza no ponto de vista dele mesmo.
creditos ao blog O Tempo Não Para.

CD- VOL.1 Dj-Mascote Download!!!

aÊ galera to postando aqui o cd do nosso parceiro o Dj Mascote (dono* da radio virtual DJ), o volume 1 baixem ai galera altas musicas, muito maneiras as musicas que tem nesse cd baixem e quando chegar aos 100 downloads ele vai liberar o vol 2!!!! e se puderem divulguem tb o cd!!!! ai em baixo vc ve a lista das musicas mixadas:

1-Bingo Players - When I Dip
2-Chuckie vs DJ Kool - Let my clear my bass kick
3-Robbie Rivera - Rock The Disco (David Guetta Remix)
4-Sandro Silva - Blaze (Digital Lab Remix)
5-Usher ft. Will.I.Am - OMG (Alvaro Remix)
6-Bassjackers feat. Bizzey - Stronger (Oliver Twizt Remix)
7-Gel Abril - Spells Of Yoruba (Artistic Raw)
8-Josh Wink - Higher State of Consciousness(Quintino Remix)
9-Sidney Samson - The World Is Yours (Original Mix)
10-Stromae - Alors on danse (Funk D mts Simon Bass)
11-Yolanda Be Cool & DCup - We No Speak Americano (Alvaro Rework)
12-Lets Get Bleeped Tonight (Phatzoo Remix)
13-Melleefresh - Sex Slave
14-Move For Me (Alex Dreamz & JD Live Bootleg)
15-Ne-yo - Miss Independent (Funk D Bootleg)
16-Queen - We Will Rock You (Artistic Raw Bootleg)
17-Sandro Silva - Told Ya (Kriss-One Remix)
BONUS TRAK-Laidback Luke & Steve Angello - Be (Angger Dimas Remix)

Sean Gordon

Pra você que acha que sabe tocar violão e pra você também que acha que manda bem no laquê... Eu apresento Sean Gordon, o irmão do Sonic. rs
Vejam só a técnica que esse maluco usa:
Simplesmente incrível!
Tem muito mais no canal do YouTube dele.

:)